2 de nov. de 2010

Antagonismos ou ausências

Dizem algumas correntes de pensamento que, em determinadas situações, não existem antagonismos, mas sim ausências. Para esta forma de pensar, o frio nada mais seria que a ausência do calor, assim como a escuridão a ausência da luz. É possível extrapolar essa forma de pensar para o equilíbrio orgânico do indivíduo: a doença é a ausência da saúde. Mas como se perde a saúde? Pensando em uma vida, excluíndo-se o aspecto kármico e reencarnatório, todo indivíduo nasce com saúde. Se fornecemos ao corpo o combustível de que ele necessita - alimentos equilibrados (em quantidade e variedade), ar puro suficiente para preencher todos os alvéolos e remover as impurezas, água cristalina e refrescante para as células e o necessário descanso para a renovação tecidual - a saúde não se perde, não diminui e não permite que a doença se manifeste.

Esta informação é por muitos conhecida, divulgada em vários meios de comunicação, de diferentes formas. Contudo, no nosso atual estágio de conhecimento, não somente tecnológico, mas também de conhecimento do ser humano e de suas potencialidade, é imprescindível ter a mente - pensamentos e sentimentos - isenta de agentes deletérios. O ódio, a inveja, o ciúme, a tristeza profunda, a ansiedade descontrolada, a agressividade, o desrespeito, a intolerância, a impaciência e, principalmente, o egoísmo, são os maiores agentes causadores de desequilíbrio mental. Sabe-se hoje que a saúde orgânica depende da saúde mental, pois o sistema límbico está diretamente relacionado com o sistema imunológico: indivíduos que cultivam bons pensamentos e sentimentos, cultivam a harmonia das eletrosféras de seus átomos, que irão relfetir em suas células, tecidos, órgãos e sistemas. O cultivo de pensamentos densos, obssessivos, pesados e egoístas minam as defesas do organismo e abrem portas para doenças oportunistas ou, mais grave ainda, destroem o próprio organismo ao desequilibrar o campo eletromagnético de suas células, favorecendo o surgimento de alterações, como as neoplasias, por exemplo.

Viver bem, com saúde, não se resume somente a procurar as coisas boas, mas também a evitar e repelir as más.